Virou moda, depois do banco Brasdesco ter humilhado um funcionário fazendo-o dançar “na boquinha da garrafa”, agora foi a vez de um funcionário da Claro receber da empresa, uniforme feminino.
O rapaz de nome não divulgado, e com razão, contatou à empresa sobre o engano, mas segundo ele, a Claro pateu o pé e disse para ele manter o mesmo uniforme.
Precisando do emprego, o rapaz seguiu vestindo o uniforme e virou dúvida sua posição sexual, segundo colegas de trabalho conta.
Ficou na empresa 7 meses e quando saiu entrou com ação trabalhista na 1ª Vara do Trabalho de Aracaju (SE), com pedido de indenização por danos morais em virtude das ofensas vivenciadas.
A causa foi ganha e a Claro deve pagar R$ 5 mil por danos morais. A empresa recorreu ao TST, que rejeitou o recurso por ausência de argumentação específica quanto ao caso e pela inviabilidade do tribunal em analisar fatos e provas em instância extraordinária (Súmula 126).
Já pensou se isso pega!
Magno Dias


